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Sergipe tem 47 municípios com risco médio de infestação do Aedes aegypti

Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue g1 O quarto Levantamento Rápido de Índice de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) de 2026 identificou 47 munic...

Sergipe tem 47 municípios com risco médio de infestação do Aedes aegypti
Sergipe tem 47 municípios com risco médio de infestação do Aedes aegypti (Foto: Reprodução)

Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue g1 O quarto Levantamento Rápido de Índice de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) de 2026 identificou 47 municípios sergipanos com médio índice de infestação, 4 com alto risco e 24 com baixo, o que corresponde, respectivamente, a 5,33%, 62,67% e 32% das 75 cidades do estado. Elaborado pelos Agentes de Combate às Endemias (ACE) e consolidado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), o LIRAa mede a presença do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp Segundo a SES, nesta quarta edição do levantamento, Frei Paulo, Itabaiana e Nossa Senhora da Glória permaneceram na faixa de alto risco de infestação. Graccho Cardoso, que havia registrado índice de 1,7 na pesquisa anterior, passou a integrar esse grupo ao alcançar índice de 5,8. 🔎​ O índice considerado satisfatório no LIRAa varia de 0 a 0,9; o de médio risco, de 1,0 a 3,9; e o de alto risco corresponde a valores iguais ou superiores a 4,0. Agora no g1 Ainda segundo a SES, em comparação ao LIRAa anterior, divulgado em maio, Sergipe apresentou melhora no cenário de infestação pelo Aedes aegypti. O número de municípios classificados com alto risco caiu de sete para quatro, uma redução de 42,9%. Já os municípios em baixo risco aumentaram de 19 para 24, crescimento de 26,3%, enquanto aqueles em médio risco passaram de 48 para 47. Medidas preventivas O inseto Aedes aegypti utiliza qualquer recipiente que acumule água para depositar seus ovos. Por isso, a população deve observar vasos de plantas com água parada, caixas d’água destampadas, reservatórios descobertos, pneus e outros recipientes que possam se transformar em criadouros. A eliminação desses locais continua sendo a maneira mais eficaz de interromper o ciclo de reprodução do vetor. LEIA TAMBÉM: Tubarão de cerca de 3 metros é capturado por pescadores no litoral de Sergipe